Uma caravela perdeu o controle em alto mar
Surpreendida por uma
tempestade indescritível
Que a arremessou contra rochedos
Inabaláveis tão forte quanto às
pirâmides
Do Egito próximo a uma ilha nunca
explorada
Numa noite pra jamais ser
esquecida.
Homens foram arremessados com
violência
Ao mar pela fúria titânica infalível
e nem
Os botes salva vida foram
poupados juntos
Com os que neles tentaram
fugir.
Havia cadáveres boiando nas
águas
Em meio aos destroços do
navio
Gritos de socorro eram
abafados
Pelo barulho das ondas que o
engoliram
Numa noite fria de tempestade
entre
Raios e trovões muito
agressivos.
Mas um dos que lá estava
conseguiu se
Salvar se atracando com força
em um
Barril que foi jogado pra
fora do mar
Por ondas impetuosas que o
agredia
Do mesmo jeito que Jonas foi jogado
Só que por um grande peixe
que o engoliu
Cansado de ser sacolejado pra
lá e pra
Cá de todas as formas e
sentidos
O homem se arrastou pela
areia da praia
Tão fragilizado que acabou
dormindo.
A noite se recolheu e deu o lugar
ao
Sol que anunciou um novo dia
e a
Tempestade parou como se
tivesse
Ouvido a voz de Jesus Cristo
e a
Bonança se estabeleceu transformando
O lugar num paraíso.
Quando o homem acordou viu em
Sua volta os corpos de alguns
Dos tripulantes do navio com
Fome e com sede e debilitado
Ele tinha na sua frente outro
desafio
Uma floresta nociva nunca
antes
Explorada tão perigosa como a
Tempestade que destruiu o seu
navio.

Nenhum comentário:
Postar um comentário