O rato tem um inimigo clássico
Seu arqui-inimigo o gato que
Se porta como se fosse dono
E xerife do pedaço e é
Tido como cão de guarda
Pra caçar e eliminar os ratos.
O queijo fica na geladeira
Não tem como acessá-lo
A pia fica limpinha o fogão
É bem tratado e o chão
Ta sempre varrido e não
Há sobra e nem migalhas.
Nessa casa existe lei e não
Aceita malandragem vou
Voltar para o submundo
Os esgotos da cidade antes
Que eu seja enquadrado
Como infrator e invasor de casa
Ou então seja consumido
Pelo valente e vigilante gato.

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