Ele
ama o mundo e o
Que
no mundo há não
É amigo
de Deus e não
Abre
mão desse mundo.
A
lascívia e a soberba
São
as suas galhardia
Não
há choro nem tristeza
Nem
pranto e nem agonia
Só satisfação,
contentamento
E
hipocrisia.
Pensa
que é muito rico
Mas
é infeliz e miserável
Pobre
cego, e nu pisando
Num
campo minado.
Gloria-se
dos seus desejos e
Se
sente inabalável é cheio de
Astucia
de malicia e de maldade
Um
cético que colhe muito pouco
Sente
muito frio e nunca se farta
Se apega
a tudo o que ele tem
E
mesmo assim o que ele tem
Não
o alivia em nada.
O
cálice da maldade já
Ultrapassou
sua medida
E
vai gerar muito gemido
Deixando-o
sem direção
Sem
rumo e muito aflito.
E a
sua voz jamais será ouvida
Porque
em quem ele confiou
Não
pode socorrê-lo nem
Aliviá-lo
e nem acudi-lo.
Chegai-vos
a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo
ânimo, purificai os corações. Senti as vossas misérias, e lamentai e chorai;
converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza. Humilhai-vos
perante o Senhor, e ele vos exaltará. Tg
4:8-10

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