terça-feira, 12 de agosto de 2025

O Miserável

 

Ele ama o mundo e o

Que no mundo há não

É amigo de Deus e não

Abre mão desse mundo.

 

A lascívia e a soberba

São as suas galhardia

Não há choro nem tristeza

Nem pranto e nem agonia

Só satisfação, contentamento

E hipocrisia.

 

Pensa que é muito rico

Mas é infeliz e miserável

Pobre cego, e nu pisando

Num campo minado.

 

Gloria-se dos seus desejos e

Se sente inabalável é cheio de

Astucia de malicia e de maldade

 

Um cético que colhe muito pouco

Sente muito frio e nunca se farta

Se apega a tudo o que ele tem

E mesmo assim o que ele tem  

Não o alivia em nada.

 

O cálice da maldade já

Ultrapassou sua medida

E vai gerar muito gemido

Deixando-o sem direção

Sem rumo e muito aflito.

 

E a sua voz jamais será ouvida

Porque em quem ele confiou

Não pode socorrê-lo nem

Aliviá-lo e nem acudi-lo.

 

Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações. Senti as vossas misérias, e lamentai e chorai; converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza. Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará.  Tg 4:8-10




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