Num raro momento de paz aparente da qual ninguém podia confiar, a selva resolveu promover uma festa um baile de mascara pra comemorar. Ficou combinado que cada participante teria os olhos vedados enquanto outro colocaria a mascara que quisesse nele dentro do seu camarim.
No momento que as mascaras eram colocadas ninguém soltava um pio até mesmo os que estavam sendo mascarado por alguém que já tinha recebido a mascara se continha porque ele só poderia vê-lo antes de receber a mascara porque depois ele era vedado pra não ver a mascara que receberia.
Os escolhidos para mascarar um ao outro foram feito por sorteio Após saírem dos camarins e entrarem do salão e olharem um para o outro começou a gozação cada um só via o ridículo do outro. O gnu ria do crocodilo, macaco da arpia, o búfalo ria do leão, o babuíno do leopardo e o antílope do guepardo.
A zombaria foi aumentando e os predadores sendo ridicularizados. E não se dando por satisfeita a hiena cutucou o leão pelo rabo isso acendeu o estopim e fez com que os predadores destruíssem toda caça. Lc 6.41-42 diz: E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho?
Ou como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho, não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.

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